sexta-feira, 1 de março de 2013

HONDA CIVIC 2.0 É O MAIS RÁPIDO DA CATEGORIA


Testamos o sedã, que agora tem opção de motor de CR-V a partir de R$ 74.290

Com motor 1.8 de 140 cavalos, o Civic sempre apresentou desempenho muito bom. O modelo da Honda até mesmo chegava a bater a maioria dos concorrentes com mecânica 2.0. Então, por que adotar o 2.0? Para bater TODOS eles! O Civic 2.0 acaba de receber o motor 2.0 do CR-V, adaptado para flex. Com ele, a potência subiu de 140 para 155 cv. Resultado: na pista, o modelo LXR automático fez 0 a 100 km/h em 9,9 segundos. Até hoje, apenas os sedãs médios equipados com turbo conseguiam chegar a 100 km/h em menos de 10 segundos, caso do Jetta TSI, 408 1.6 THP e Fluence GT.


Isso, claro, com câmbio automático. Alguns modelos com transmissão manual conseguiam alcançar 100 km/h na casa dos “9”, mas também nisso o Civic volta a ser a referência. Na versão LXS (a única a continuar oferecendo o motor 1.8), o sedã da Honda agora faz 0-100 km/h em 9,6 segundos, graças ao novo câmbio manual de seis marchas.


Mais que a melhora em acelerações, o Civic evoluiu sensivelmente nas retomadas de velocidade, tanto nas versões com motor 2.0 e câmbio automático (LXR e EXR), como na LXS, por conta do câmbio com uma marcha a mais e relações mais curtas.

Além de ser a nova referência em desempenho, o Civic 2.0 também aboliu o tanque de partida a frio. O modelo (que está chegando às lojas já como linha 2014) utiliza velas aquecedoras. Funciona assim: quando o motorista aciona o destravamento de portas pela nova chave do tipo canivete, o módulo eletrônico envia corrente elétrica às velas aquecedoras (uma para cada cilindro), desde que a temperatura ambiente seja inferior a 20ºC, e o tanque esteja abastecido com etanol. A intensidade da corrente elétrica varia de acordo com a tempeartura: quanto maior o frio, maior será a amperagem. Por isso, a capacidade da bateria no Civic 2.0 é de 60 A/h. O engenheiro Alfredo Guedes Junior, supervisor de relações públicas da Honda, diz que a retirada do subtanque e de todo o sistema de partida a frio resultou em alívio de 50 kg. Isso porque o Civic com tanque auxiliar possui uma espessa chapa de aço entre o reservatório de gasolina e o motor.



Além das mudanças mecânicas, o Civic 2014 traz leves alterações no acabamento. A partir de agora, todas as versões têm revestimento na tampa do porta-malas.

Preços:

LXS 1.8 manual: R$ 66.690
LXS 1.8 automático: R$ 69.900
LXR 2.0 automático: R$ 74.290
EXR 2.0 automático: R$ 83.890


Fonte:  RevistaAutoEsporte.


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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

HONDA LANÇA VERSÕES FLEX DAS MOTOS CB 300R E XRE 300


Modelos podem rodar com etanol e gasolina e também
passaram por atualizações no design

As versões 2013 das motos CB 300R e XRE 300 passam a fazer parte da gama bicombustível da Honda a partir deste mês. A montadora aproveitou a atualização no design dos modelos para complementar a linha flex, que já contava com outras quatro motos.

Ambos os modelos podem rodar abastecidos com etanol, gasolina ou qualquer mistura dos dois combustíveis. No entanto, a partida a frio pode ser prejudicada caso haja menos de 20% de gasolina no tanque. Por conta disso, o painel dos modelos flex recebeu uma nova luz que indica baixo nível de gasolina e temperatura ambiente abaixo de 15 graus, combinação que dificulta a ignição.

XRE 300

A XRE 300 também é equipada com o bloco DOHC de 291,6 cm³, monocilíndrico, quatro tempos, arrefecido a ar e com radiador de óleo. Com gasolina, o torque fica em 2,81 kgfm e a potência é de 26,1 cv; já com etanol, o desempenho é de 2,85 kgfm de torque e 26,3 cv de potência. O motor é acoplado a um câmbio de cinco velocidades que exige menos trocas de marchas.

O modelo mais aventureiro conta com carenagem especial para evitar riscos e a carenagem interna integrada com o para-lama oferece maior proteção ao piloto contra respingos. Outro diferencial da versão 2013 é o tanque de combustível maior do que o da versão anterior: agora, ele comporta 13,4 litros de combustível. A roda dianteira tem 21 polegadas e a traseira tem 18, ambas com aro em alumínio.

Também são oferecidas duas versões da XRE 300, sendo a Standard (R$ 13.290) com freio dianteiro a disco e cáliper de duplo pistão e freio traseiro também a disco, mas com pistão simples. A versão mais equipada vem com os mesmos sistemas ABS e CBS, além de cáliper de três pistões na dianteira (R$ 14.990).


CB 300R

O modelo é equipado com motor DOHC de 291,6 cm³, monocilíndrico, quatro tempos, com quatro válvulas e radiador de óleo. A CB 300 R tem torque de 2,82 kgfm e 26,53 cv quando abastecida com gasolina e 2,86 kgfm e 26,73 cv quando abastecida com etanol.

Apesar de ter mantido diversos aspectos das versões anteriores, a principal novidade da CB 300R é um defletor lateral próximo à carenagem. A carenagem frontal é integrada ao farol, que possui refletor multifocal. A esportividade é reforçada com as rodas de alumínio de cinco raios duplos e 17 polegadas com pneus largos e de perfil baixo.

A nova versão também conta com freio dianteiro a disco e cáliper de duplo pistão, além de freio traseiro também a disco. Uma versão superior também é oferecida e conta com freios com os sistemas ABS e CBS.

O modelo é oferecido nas cores preta, vermelha metálica e amarela por R$ 11.990, na versão mais básica, e R$ 13.690, na versão superior.





Fonte: RevistaAutoEsporte.


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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Honda expande linha flex


Com o sucesso da Biz 125, da CG 150 Fan, da CG 150 Titan e da NXR 150 Bros, a Honda amplia a linha de modelos bicombustíveis com a CB 300R e a XRE 300. A utilização da tecnologia em novas motocicletas reforça o compromisso ambiental da empresa, uma vez que o etanol é uma fonte de energia renovável, polui menos do que os combustíveis fósseis e não possui enxofre em sua composição – o que torna sua combustão mais limpa. A CB 300R Flex e a XRE 300 Flex também sofreram alterações no design.

O sistema bicombustível das motos possui componentes exclusivos e dispensa qualquer tipo de adaptação, permitindo o uso da gasolina, do etanol ou a mistura dos dois. Porém, a fabricante recomenda que o tanque de combustível contenha sempre um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partido a frio.

Com linhas agressivas e visual sofisticado, a CB 300R chama a atenção por sua força e esportividade. O modelo proporciona excelente desempenho tanto no uso urbano, para locomoção diária, quanto nas estradas, para lazer nos finais de semana. A novidade na versão 2013 é o defletor na lateral integrado à carenagem e localizado próximo ao tanque de combustível.

A Honda CB 300R usa motor de 291,6 cm3, com duplo comando de válvula no cabeçote, monocilíndrico, quatro tempos, com quatro válvulas e radiador de óleo. A potência máxima é de 26,73 cv a 7.500 rpm e o torque máximo é de 28 Nm a 6.500 giros, com etanol.

Já o modelo XRE 300 é indicado para quem necessita de um meio de locomoção para o dia a dia nas cidades e para aqueles que desejam viajar ou se aventurar por estradas de terra nos finais de semana.

A mudança estética da linha 2013 fica por conta de uma carenagem interna integrada com o para-lama principal e que oferece uma proteção maior contra respingos de lama ou água. Destaque também para o aumento da capacidade do tanque de combustível, para 13,4 litros.

A Honda XRE 300 é equipada com o mesmo motor da CB 300R, porém, tem números de desempenho um pouco diferentes: a potência de 26,3 cv a 7.500 rpm e 27,9 Nm a 6.500 giros, abastecida com etanol.

Visando a orientar o consumidor com relação ao funcionamento da tecnologia Flex, o painel de instrumentos de ambas as motocicletas traz uma nova luz indicadora, que acenderá sempre que houver uma elevada concentração de etanol no tanque e temperatura ambiente abaixo de 15ºC no momento da partida, o que indicará uma possível dificuldade de partida a frio do motor. Após o aquecimento do motor, a luz se apagará.


Fonte: Uol.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Honda produz unidade 500 mil do Civic

Sedã é fabricado no país desde 1997

Lançado no Japão há mais de quatro décadas, o Civic está na nona geração. Por aqui, ele chegou como importado em 1992 e começou a ser produzido na planta de Sumaré (SP) cinco anos depois.

A nona geração está nas concessionárias Honda desde o fim de 2011. Atualmente, o Civic é oferecido nas versões LXS (apenas com motor 1.8), LXR e EXR, estas últimas com motor 2.0 e sistema flex sem o tanque de partida a frio.





A Honda anunciou nesta sexta-feira, 15 de fevereiro, a produção da unidade número 500 mil do Civic no Brasil. O veículo comemorativo será um modelo EXR, equipado com o recém-lançado motor 2.0 flex, de até 155 cv com etanol.



Fonte:  QuatroRodas.


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